sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Sabe quando tem algo que você não sabe o que é te incomodando, você dá um tempo de tudo e se sente melhor, aí você volta à rotina aos poucos e de repente entende o que era que tava enchendo o saco? Pois então, essa epifania veio em ótima hora. Vou cortar. Obrigada a todos os envolvidos. Recomendo muito essa prática.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
A luz misteriosa.
Eu tava numa festinha com a Carol e a Fabiane (que estudou comigo no Nova Geração, que era só conhecida mesmo e não sei por que caralhas estava na festa dos meus amigos). O balanga teta acabou e fui levá-las de volta a suas respectivas casas, porém, eu tava um tanto quanto distraída e errei o caminho. Continuei reto numa rua conhecida onde deveria ter virado e fui parar numa estrada de chão cercada de mato por todos os lados (detalhe: se eu olhasse duzentos metros atrás, conseguia ver a rua de onde tinha vindo e, na vida real, eu fiz o caminho certo e essa estrada de terra não existe).
Parei o carro, olhei no retrovisor e a rua tinha sumido. Vinha uma luz muito forte e rápida na nossa direção, não dava pra ver o que ela fazia com o que deixava pra trás, achei que fosse uma espécie diferente de fogo. "Se essa porra é fogo, vamos sair do carro que ele vai explodir, a gente rola na terra e fica deitada em decúbito ventral (um beijo pra você, Alicia Silverstone) que o fogo vai passar pela gente e não vai dar nada." Muito coerente.
A luz passou, era fogo e ficamos inteirinhas, porém o carro já era, como eu esperava. Sebo nas canelas, né? ¯\_(ツ)_/¯ Juntamos nossos sapatinhos e começamos caminhar de volta. Passado um cadim, chegaram dois caras de bicicleta e nos renderam. Levaram a gente pra uma espécie de chácara de festa, onde nos deparamos com o resto da gangue, umas 20 ou 30 pessoas, que conversavam tranquilamente entre si e com a gente, como se estivéssemos numa reunião de amigos, exceto que a qualquer menção nossa de sair de lá, eles engrossavam e "Negativo. Vão ficar aqui com a gente até segunda ordem". Então chegou o chefe deles, armado, e, naturalmente, surgiram armas nas mãos de mais uns sete neguinhos. "Vocês vão ficar aqui e vocês vão fazer o que eu quiser".
"Fodeu! Ele vai comer meu cu." Já tava quase chorando quando, do outro lado, vi o Vitor (?). Como eu disse, o clima era descontraído a não ser que tentássemos fugir, o que me permitiu correr até ele tranquilamente, abraçá-lo e chorar "VITOR, SALVA A GENTE? PROMETE QUE VOCÊ SALVA A GENTE?" Ele me olhou calmo e disse "Prometo, fica tranquila".
Eles decidiram nos levar embora dali. Fui sem resistir. Quando estávamos chegando no portão do lugar, pára um carro na porta e descem o Camilo, o Gabriell e o Gameiro armados, atirando em geral. Depois encosta mais um carro com alguém que não deu pra ver pra ajudar. (O Vitor tinha ligado pra eles do celular. Genial, não?).
O cara assustou, eu peguei a arma na mão dele e meio que lutei com ele. Atirei nele, os meninos também e acabou o sonho.
Desnecessário dizer que meus amigos estão com a moral altíssima comigo e que estou fazendo declarações de amor pra eles até agora.
Parei o carro, olhei no retrovisor e a rua tinha sumido. Vinha uma luz muito forte e rápida na nossa direção, não dava pra ver o que ela fazia com o que deixava pra trás, achei que fosse uma espécie diferente de fogo. "Se essa porra é fogo, vamos sair do carro que ele vai explodir, a gente rola na terra e fica deitada em decúbito ventral (um beijo pra você, Alicia Silverstone) que o fogo vai passar pela gente e não vai dar nada." Muito coerente.
A luz passou, era fogo e ficamos inteirinhas, porém o carro já era, como eu esperava. Sebo nas canelas, né? ¯\_(ツ)_/¯ Juntamos nossos sapatinhos e começamos caminhar de volta. Passado um cadim, chegaram dois caras de bicicleta e nos renderam. Levaram a gente pra uma espécie de chácara de festa, onde nos deparamos com o resto da gangue, umas 20 ou 30 pessoas, que conversavam tranquilamente entre si e com a gente, como se estivéssemos numa reunião de amigos, exceto que a qualquer menção nossa de sair de lá, eles engrossavam e "Negativo. Vão ficar aqui com a gente até segunda ordem". Então chegou o chefe deles, armado, e, naturalmente, surgiram armas nas mãos de mais uns sete neguinhos. "Vocês vão ficar aqui e vocês vão fazer o que eu quiser".
"Fodeu! Ele vai comer meu cu." Já tava quase chorando quando, do outro lado, vi o Vitor (?). Como eu disse, o clima era descontraído a não ser que tentássemos fugir, o que me permitiu correr até ele tranquilamente, abraçá-lo e chorar "VITOR, SALVA A GENTE? PROMETE QUE VOCÊ SALVA A GENTE?" Ele me olhou calmo e disse "Prometo, fica tranquila".
Eles decidiram nos levar embora dali. Fui sem resistir. Quando estávamos chegando no portão do lugar, pára um carro na porta e descem o Camilo, o Gabriell e o Gameiro armados, atirando em geral. Depois encosta mais um carro com alguém que não deu pra ver pra ajudar. (O Vitor tinha ligado pra eles do celular. Genial, não?).
O cara assustou, eu peguei a arma na mão dele e meio que lutei com ele. Atirei nele, os meninos também e acabou o sonho.
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Desnecessário dizer que meus amigos estão com a moral altíssima comigo e que estou fazendo declarações de amor pra eles até agora.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Dietilamida do ácido lisérgico
Segue um breve trecho de uma conversa recente no gtalk:
- Bom, eu já sonhei que o MARADONA tentava me matar, só.
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Eu já sonhei que fui com meu pai e meu irmão procurar as esferas do dragão, que, sabe-se lá por que raios, estavam escondidas num bairro nobre de Campo Grande.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHH Eu sei porque. Foi o Maradona que escondeu elas lá.
Esse tópico começou umas dez linhas depois de eu ter contado que já sonhei que comia a Valesca Popozuda.
Por isso que não vejo a hora dessa tecnologia se aperfeiçoar.
terça-feira, 13 de março de 2012
Obrigada, mas não, obrigada.
"Eu fiz isso por você"
A não ser que eu tenha pedido, ou seja, que considere algo razoável, agradeço muito mas peço que isso não volte a se repetir. Não gosto de ser fardo na vida de ninguém e vice-versa. Pra mim, todo relacionamento de qualquer natureza tem que fluir, ser leve, prazeroso. Não sou ingênua de pensar que assim vai ser o tempo todo, mas todos nós temos uma balança intrínseca que trabalha incessantemente a comparar satisfação X concessões que funciona bem nesse aspecto.
E a partir do momento em que você se pega tendo que cobrar de alguém um feedback é porque tem concessão de um dos lados toda esparramada pelo chão. Pra que forçar uma coisa só pra tentar adequá-la a uma história que você criou com personagens que são provindos da sua interpretação tendenciosa dos fatos? Viver no mundo da fantasia é muito gostoso e viciante, mas também é perturbador.
Todo mundo precisa de uma válvula de escape. É insano querer ocupar todos os setores da vida alheia. É contra as leis da física. Pior... é contra as leis da boa convivência.
Não só não peço como deixo bem claro que não quero nenhuma espécie de sacrifício por mim
Não sou Odin nem nada.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Entra, senta, pega os lenços e a panela de brigadeiro.
Fiz três grandes resoluções e várias menores para esse ano (sim, sou dessas). Essa é uma das pequenas. Então aqui estou, como falei pra Fer que estaria, rasgando mais um Post-it desse espelho.
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