segunda-feira, 28 de maio de 2012

A luz misteriosa.

   Eu tava numa festinha com a Carol e a Fabiane (que estudou comigo no Nova Geração, que era só conhecida mesmo e não sei por que caralhas estava na festa dos meus amigos). O balanga teta acabou e fui levá-las de volta a suas respectivas casas, porém, eu tava um tanto quanto distraída e errei o caminho. Continuei reto numa rua conhecida onde deveria ter virado e fui parar numa estrada de chão cercada de mato por todos os lados (detalhe: se eu olhasse duzentos metros atrás, conseguia ver a rua de onde tinha vindo e, na vida real, eu fiz o caminho certo e essa estrada de terra não existe).

   Parei o carro, olhei no retrovisor e a rua tinha sumido. Vinha uma luz muito forte e rápida na nossa direção, não dava pra ver o que ela fazia com o que deixava pra trás, achei que fosse uma espécie diferente de fogo. "Se essa porra é fogo, vamos sair do carro que ele vai explodir, a gente rola na terra e fica deitada em decúbito ventral (um beijo pra você, Alicia Silverstone) que o fogo vai passar pela gente e não vai dar nada." Muito coerente.


   A luz passou, era fogo e ficamos inteirinhas, porém o carro já era, como eu esperava. Sebo nas canelas, né? ¯\_(ツ)_/¯ Juntamos nossos sapatinhos e começamos caminhar de volta. Passado um cadim, chegaram dois caras de bicicleta e nos renderam. Levaram a gente pra uma espécie de chácara de festa, onde nos deparamos com o resto da gangue, umas 20 ou 30 pessoas, que conversavam tranquilamente entre si e com a gente, como se estivéssemos numa reunião de amigos, exceto que a qualquer menção nossa de sair de lá, eles engrossavam e "Negativo. Vão ficar aqui com a gente até segunda ordem". Então chegou o chefe deles, armado, e, naturalmente, surgiram armas nas mãos de mais uns sete neguinhos. "Vocês vão ficar aqui e vocês vão fazer o que eu quiser".


   "Fodeu! Ele vai comer meu cu." Já tava quase chorando quando, do outro lado, vi o Vitor (?). Como eu disse, o clima era descontraído a não ser que tentássemos fugir, o que me permitiu correr até ele tranquilamente, abraçá-lo e chorar "VITOR, SALVA A GENTE? PROMETE QUE VOCÊ SALVA A GENTE?" Ele me olhou calmo e disse "Prometo, fica tranquila".


  Eles decidiram nos levar embora dali. Fui sem resistir. Quando estávamos chegando no portão do lugar, pára um carro na porta e descem o Camilo, o Gabriell e o Gameiro armados, atirando em geral. Depois encosta mais um carro com alguém que não deu pra ver pra ajudar. (O Vitor tinha ligado pra eles do celular. Genial, não?).


  O cara assustou, eu peguei a arma na mão dele e meio que lutei com ele. Atirei nele, os meninos também e acabou o sonho.


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Desnecessário dizer que meus amigos estão com a moral altíssima comigo e que estou fazendo declarações de amor pra eles até agora.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dietilamida do ácido lisérgico


Segue um breve trecho de uma conversa recente no gtalk:

- Bom, eu já sonhei que o MARADONA tentava me matar, só.
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Eu já sonhei que fui com meu pai e meu irmão procurar as esferas do dragão, que, sabe-se lá por que raios, estavam escondidas num bairro nobre de Campo Grande.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHH Eu sei porque. Foi o Maradona que escondeu elas lá.

Esse tópico começou umas dez linhas depois de eu ter contado que já sonhei que comia a Valesca Popozuda.

Por isso que não vejo a hora dessa tecnologia se aperfeiçoar.